igus:bike pelo mundo! O tour da igus:bike na Holanda – igus Blog Brasil

igus:bike pelo mundo! O tour da igus:bike na Holanda

Gabriel Volpato | 7th janeiro 2026

Acompanhe o tour em tempo real no blog internacional da igus: https://blog.igus.eu/

Etapa 1: Das raízes aos moinhos de vento de Kinderdijk

A jornada da igus:bike pela Holanda teve início em Soesterberg, local que marca o surgimento da igus Nederland. Mais do que um ponto geográfico, a cidade representa o início de uma trajetória construída a partir de engenharia, visão de longo prazo e desenvolvimento contínuo desde 1989, quando Dick Prins lançou as bases da empresa no país.

O percurso inicial atravessou a própria história da igus Nederland. As memórias do começo, os desafios dos primeiros anos e a evolução até se tornar parte de uma rede global estiveram presentes ao longo do trajeto. O espírito empreendedor que marcou aquele início segue perceptível até hoje, refletido na cultura da empresa e na forma como soluções técnicas são pensadas para simplificar o movimento.

A etapa seguiu então em direção ao sul, rumo a um dos cenários mais emblemáticos da Holanda. Kinderdijk, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO, revelou uma paisagem que combina engenharia, história e natureza. Os 19 moinhos de vento históricos, construídos no século XVIII, fazem parte de um sistema inteligente de gestão da água, essencial para a sobrevivência das terras baixas da região.

Ao longo dos canais e polders, a rota evidenciou como a relação entre tecnologia e meio ambiente sempre esteve presente na história holandesa. Os moinhos, além de ícones visuais, simbolizam séculos de adaptação humana às condições naturais, trabalhando em harmonia com a água em vez de enfrentá-la.

O encerramento da primeira etapa aconteceu entre canais, vegetação e estruturas históricas que atravessaram gerações. Um início que conectou passado e presente, mostrando que inovação, quando bem fundamentada, nasce das raízes e segue em frente com consistência, assim como a igus:bike ao longo de sua jornada pela Holanda.

Etapa 2: De WUR e MARIN à marina de Wageningen

A segunda etapa do igus:bike Tour na Holanda começou em Wageningen, cidade reconhecida como um centro internacional de ciência e inovação. A passagem pela Universidade e Centro de Pesquisa de Wageningen (WUR) evidenciou o papel da pesquisa aplicada no desenvolvimento de soluções voltadas às ciências da vida, à sustentabilidade e à engenharia.

O percurso seguiu pelo MARIN, instituto de referência mundial em hidrodinâmica, onde tecnologias de simulação e testes em escala apoiam projetos marítimos complexos para clientes de diferentes países. A atuação do instituto reforça a tradição holandesa em engenharia naval e gestão da água.

Deixando o ambiente científico, a rota avançou pelo Grebbedijk, dique histórico às margens do Rio Reno. A paisagem aberta, marcada por água, campos e embarcações, contrastou com o passado do local, que teve papel estratégico durante a Segunda Guerra Mundial.

A etapa foi concluída na marina de Wageningen, conectando ciência, infraestrutura e paisagem em um percurso que refletiu a relação constante do país com inovação e controle das águas.

Etapa 3: Canais e marés

A terceira etapa do igus:bike Tour na Holanda foi marcada pela relação do país com a água, conectando soluções ambientais, patrimônio histórico e engenharia de grande escala. O percurso teve início em Amsterdã, onde a passagem pela Westerdoksplein destacou iniciativas voltadas à redução do lixo plástico nos canais urbanos, alinhadas aos princípios de sustentabilidade e economia circular.

O trajeto seguiu pelos canais históricos da capital, reconhecidos como Patrimônio Mundial da UNESCO. Construídos durante a Era de Ouro Holandesa, esses canais continuam a desempenhar um papel central na identidade da cidade, integrando mobilidade, arquitetura e gestão hídrica em um ambiente urbano único. O percurso atravessou áreas emblemáticas como Keizersgracht, Museumplein e o entorno do Rijksmuseum, onde história e inovação coexistem de forma contínua.

No período da tarde, a rota avançou em direção ao norte do país, alcançando o Afsluitdijk, uma das mais importantes obras de engenharia da Holanda. Concluída em 1932, a barragem transformou o Zuiderzee em um lago de água doce, reforçando a proteção contra inundações e possibilitando a recuperação de terras. Atualmente, o Afsluitdijk passa por modernizações que incorporam geração de energia e soluções ecológicas, mantendo sua relevância estratégica.

A etapa conectou passado e presente ao longo da água, evidenciando como engenharia, sustentabilidade e planejamento moldaram a paisagem holandesa ao longo do tempo.

Etapa 4: A batalha contra a água

Em Rotterdam, o percurso passou por dois ícones da cidade: a Erasmusbrug, inaugurada em 1996, símbolo da arquitetura moderna, e a Willemsbrug, ponte suspensa que reforça o caráter funcional e industrial da região. Juntas, elas representam a conexão entre inovação e história em um dos principais centros urbanos da Europa.

De lá, a equipe seguiu em direção às Haringvlietsluizen, parte do complexo Delta Works, um dos maiores sistemas de controle de água do mundo. Construídas após a grande inundação de 1953, as comportas regulam o fluxo entre os rios e o Mar do Norte, protegendo cidades e preservando o equilíbrio ambiental.

Pedalar por essa região reforça uma característica essencial da Holanda: grande parte do país está abaixo do nível do mar. Diques, barragens e comportas não são apenas infraestrutura, mas elementos fundamentais da identidade nacional.

A etapa mostrou que, na Holanda, a relação com a água vai além da proteção. Trata-se de convivência, adaptação e engenharia aplicada para garantir um futuro sustentável.

Etapa 5: A mini Amstel Gold Race

A quinta etapa do igus:bike World Tour levou o percurso ao sul de Limburg, uma região conhecida por suas colinas e importância no ciclismo holandês. Mesmo curta, a rota foi desafiadora e culminou no Vaalserberg, o ponto mais alto da Holanda, onde Bélgica, Alemanha e Países Baixos se encontram.

O trajeto passa pelas mesmas subidas da Amstel Gold Race, a única clássica profissional do país, reforçando o simbolismo esportivo e cultural da região.

A etapa também destacou o conceito central da turnê: mobilidade sustentável. A bicicleta igus, fabricada majoritariamente com plásticos de alto desempenho reciclados, dispensa lubrificação, é resistente à corrosão e foi projetada para um ciclo de vida mais longo e reciclável. Cada quilômetro percorrido reforça a aplicação prática do design circular.

No ponto das três fronteiras, a etapa foi concluída com a entrega simbólica da bicicleta igus a Tim Küsters, da igus Bélgica, marcando o encerramento da passagem pelos Países Baixos.

Mais do que um desafio físico, a etapa simbolizou a conexão entre países, pessoas e ideias, reforçando a proposta da turnê: levar a mensagem de inovação e mobilidade sustentável além das fronteiras.

Próxima parada, Bélgica!

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