igus:bike no Brasil: entre indústria, natureza e inovação
Rebeca Tarragô | 4th março 2026

Quando a igus:bike chegou ao Brasil, ela não começou apenas um trajeto.
Ela começou uma história.
E essa história começou em casa: em Jundiaí, onde a igus Brasil está instalada e de onde saem projetos, soluções e parcerias que movimentam clientes em todo o país.
🌿 Stage 1 – Onde tudo começou: indústria e Serra do Japi
Antes de pegar estrada, fizemos algo simples — e muito simbólico.
Gravamos um momento interno com o time na fábrica.
Pessoas que vivem a igus todos os dias puderam testar a bike pela primeira vez. Não foi um lançamento formal. Foi conexão.
Porque inovação começa de dentro.
Logo depois, seguimos para a Serra do Japi, um dos principais remanescentes de Mata Atlântica da região.
Ali existe um contraste bonito:
uma cidade industrial forte… e, a poucos quilômetros, uma reserva natural extremamente preservada.
Durante o percurso, encontramos uma iniciativa local de irrigação voluntária das plantas em períodos de seca. Pegamos os recipientes, enchemos com água e devolvemos ao ponto indicado.
Pequeno gesto.
Impacto real.
A primeira etapa já deixou clara a essência do projeto:
movimento com responsabilidade.
Stage 2 – 438 km depois: chegamos ao Paraná



Da Serra do Japi até Curitiba foram 438 quilômetros.
Estrada, paisagens mudando, conversas longas dentro do carro de apoio… e aquela sensação de que o capítulo brasileiro realmente tinha começado.
Chegamos a Curitiba, uma cidade que sempre equilibrou desenvolvimento e planejamento urbano.
Nossa primeira parada foi o Parque Barigui.
Gramados amplos. Lago refletindo o skyline. Famílias aproveitando o espaço.
E claro… as capivaras — que ali não são atração, são praticamente moradoras oficiais.
Pedalar ali reforçou algo simples e poderoso:
Desenvolvimento não precisa competir com a natureza.
Ele pode caminhar junto.
Seguimos para o centro histórico, no Largo da Ordem, onde as ruas de pedra lembram que toda cidade tem sua base, sua fundação.
E então chegamos à educação.
Em frente à histórica Universidade Federal do Paraná, a mais antiga universidade do Brasil, ficou impossível não refletir:
A indústria do futuro começa na sala de aula.

É exatamente por isso que iniciativas como o YES – Young Engineers Support fazem tanto sentido para nós. Movimento também é intelectual. É humano. É formação.
Stage 3 – Cultura, curvas e precisão
Se Curitiba já tinha mostrado planejamento e história, no terceiro dia ela nos mostrou ousadia.
Em frente ao icônico Museu Oscar Niemeyer, o famoso “Olho”, a conexão ficou quase óbvia.
As curvas de Oscar Niemeyer sempre desafiaram o óbvio.
Ele dizia que a beleza não está nas linhas retas rígidas — mas nas curvas.
Na engenharia, muitas vezes é assim também.
Inovar exige coragem.
Coragem para questionar o “sempre foi feito assim”.
Da arquitetura moderna seguimos para a Praça do Japão, um espaço que homenageia a comunidade japonesa no Paraná. Ali fica claro que desenvolvimento nunca é só técnico — é cultural, é histórico, é humano.
E então veio o momento mais industrial da etapa.
Visitamos a Motomco, nossa primeira ativação em cliente no trecho brasileiro da tour.

Dentro dos equipamentos da empresa, sensores de peso, temperatura e densidade trabalham sob poeira constante e variações térmicas intensas. Confiabilidade ali não é diferencial — é necessidade.
Conversamos sobre como soluções autolubrificantes da igus ajudam a reduzir manutenção, evitar contaminação e aumentar a precisão dos sistemas.
Pequenas decisões de projeto.
Grande impacto operacional.
Mas o que mais marcou não foi só a parte técnica.
Foi a cultura.
Na Motomco, inovação não é departamento. É mentalidade.
🌎 Mais do que quilômetros
Do chão de fábrica em Jundiaí às trilhas da Serra do Japi.
Do Parque Barigui ao Museu Oscar Niemeyer.
Da universidade à indústria agrícola.
A igus:bike não está apenas cruzando estados.
Está conectando ideias.
Indústria e natureza.
Cultura e engenharia.
Educação e aplicação prática.
E esse é só o começo do trecho brasileiro.
Seguimos pedalando — com propósito. 🚲✨
