Recorde: Aplicação operando há mais de dez anos com 100% de confiabilidade e livre de falhas

Ainda um recorde mundial: a esteira porta cabos plástica mais longa do mundo com curso de 615 m é fabricada pela igus

Funcionamento contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana, ou inatividade durante meses – são estas as condições extremas que a esteira porta cabos de plástico mais longa do mundo tem de enfrentar na central a lenhite em Tušimice, na República Tcheca. O sistema de esteira porta cabos com rolamentos da igus, com o comprimento de curso recorde de 615 metros, tem alcançado este feito sem falhas há dez anos.

Em operação normal, a lenhite (carvão marrom) é extraída de minas a céu aberto e transportada diretamente para a central a lenhite. No entanto, se a produção de carvão for interrompida por qualquer razão, é evidente que os fornecimentos devem continuar a gerar energia. O grupo ČEZ que opera a central faz isso através do armazenamento de grandes quantidades de carvão nas proximidades. Em Tušimice, o carvão é armazenado em uma longa área na periferia do local da usina, que teoricamente poderia ser usada para alimentar a central elétrica com combustível por uma semana inteira. Para empilhar o carvão na pilha, utiliza-se uma empilhadeira. Para alimentar a empilhadeira com energia, dados e mídia, o grupo ČEZ optou por um sistema de esteira porta cabos da igus. Resultado: curso de 615 m – um recorde mundial.

Dez anos de operação confiável em aplicação premiada

A aplicação em Tušimice recebeu o prêmio vetor de ouro, em 2010. A cada dois anos, a igus inicia esta competição para selecionar as aplicações de esteira porta cabos mais difíceis e mais desafiadoras. Dez anos mais tarde, esse sistema ainda está trabalhando arduamente, com muito tempo de vida restante.

A empilhadora empilha o carvão em uma pilha. O fornecimento de energia, dados e mídia ocorre através de cabos e mangueiras que são encaminhados de modo seguro pela esteira porta cabos plástica mais longa do mundo.

O projeto foi administrado pela Hennlich, uma empresa fornecedora da igus, situada na República Tcheca. A central elétrica de Tušimice usa a esteira porta cabos 5050RHD. A letra “R” no nome significa “rolamentos”. “Usando um rolamento, o coeficiente de atrito em deslocamentos longos é reduzido consideravelmente quando a carreira superior da esteira corre sobre a inferior”, explica Frank Schlögel, chefe de projetos de engenharia, vendas e marketing na igus. Devido ao baixo atrito, é possível economizar até 57 porcento da energia de acionamento requerida. Isso é, naturalmente, ainda mais vantajoso em cursos recorde como esse.” Com a sua equipe de engenharia de projeto, Frank Schlögel supervisiona projetos especiais em todo o mundo e acompanha os clientes de perto em cada etapa. Desde o primeiro projeto e etapas de planejamento detalhadas até a montagem e até mesmo a manutenção.

Problemas são coisas do passado

Antes da instalação do sistema de esteira porta cabos da igus em Tušimice, usava-se um tambor de cabo. Durante o inverno frio tcheco, os cabos congelavam-se constantemente, resultando em falhas e paralizações não planejadas.

Esses problemas têm sido coisas do passado nos últimos dez anos. Trabalhando com a Hennlich, a igus desenvolveu um pacote completo para a aplicação. Desde então, realizaram-se apenas inspeções visuais regulares. O balanço total: durante todo o período, apenas dez barras transversais foram substituídas. Um trabalho feito em poucos segundos. Sem contar a inspeção a pé ao longo do curso de 615 m.

Junto com o curso recorde de 615 metros, mais dois sistemas estão sendo movidos com esteira porta cabos com rolamentos da igus: uma com curso de 400 metros, a outra com 150 metros. Os dois sistemas abastecem a “recuperadora”, que remove o carvão da pilha e transfere para a correia transportadora que corre para a central elétrica.

Guiamento confiável e conceito global de segurança

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Dentro da esteira porta cabos, vários cabos chainflex da igus, desenvolvidos especificamente para o uso em esteira porta cabos, formam uma unidade perfeita. Além dos cabos chainflex do motor e do controle, usa-se um cabo de fibra óptica para transmissão de dados. “Cabos de barramento estão fora de questão para esses cursos longos, já que a força do sinal seria insuficiente”, diz Frank Schlögel. Uma mangueira de água também é encaminhada na esteira juntamente com um cabo de aquecimento que impede o congelamento da água dentro da mangueira. A mangueira de água é necessária para o pulverizador no fim da empilhadora. Quando o carvão é extraído e empilhado para cima da pilha, há muita poeira. Isto é neutralizado por pulverização contínua.

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Desde o comissionamento, um monitoramento eletrônico tem sido executado nos sistemas de esteira porta cabos da igus, em Tušimice. Isso mede as forças para empurrar/puxar as esteiras e pode desligar o sistema, se as forças se tornam altas demais. Isso pode ocorrer quando detritos entram no sistema, por exemplo. Nos últimos anos, a igus desenvolveu ainda mais esta forma de “monitoramento de condições”, ou isense como é conhecida, e oferece hoje módulos de construtores de máquina para monitoramento e manutenção preditiva, como uma salvaguarda adicional. Na série “plásticos inteligentes”, isso inclui módulos de monitoramento de pausa (isense EC.B) e de empurrar/puxar (isense EC.P). No caso de uma interrupção da esteira, o sistema pode ser desligado de modo a evitar outros danos. Para complementar isso, o módulo de monitoramento da abrasão (isense EC.W) mede continuamente o desgaste da esteira porta cabos para fornecer uma indicação confiável da vida útil restante do sistema. Isto permite uma substituição planejada do sistema sem falhas repentinas.

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Além dos cabos do motor, de controle e de dados, uma mangueira de água que pode ser aquecida é encaminhada na esteira porta cabos da série 5050RHD (aqui à direita na esteira).

A operação contínua como prova de qualidade

Reconhecidamente, a empilhadora move-se apenas a uma velocidade moderada. Aproximadamente 20 minutos são necessários para cobrir os 600 metros. E de vez em quando o sistema não é utilizado durante um mês inteiro. Contudo, quando chega o momento e o carvão precisa ser transportado para a pilha ou extraído de lá, o operador pode estar seguro de que o sistema vai funcionar confiavelmente com as esteiras porta cabos igus, independentemente da estação. Mesmo nestas condições adversas e após mais de dez anos.

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Além do curso recorde, dois outros sistemas de esteira porta cabos da igus estão em operação em Tušimice, alimentando a recuperadora na pilha de carvão. Esses também estão em operação com cursos de 400 e 150 metros há dez anos sem falhas.

Menos falhas, maior satisfação do cliente: os smart plastics que facilitam a manutenção de equipamentos ferroviários

Na Innotrans 2018, a igus apresentou esteiras porta cabos e cabos inteligentes para trens, bondes e veículos de trilhos suburbanos de alta velocidade

O aumento da digitalização na tecnologia ferroviária oferece grande potencial para o aumento da confiabilidade e, assim, um funcionamento mais pontual dos trens. Na Innotrans 2018, a igus apresentou os seus smart plastics para demonstrar como cabos e esteiras porta cabos inteligentes, que permitem prever manutenções podem ajudar trens, bondes e veículos de trilhos suburbanos de alta velocidade a funcionarem com mais pontualidade.

Smart plastics oferecem informações sobre o estado de componentes em tempo real. Isto permite a manutenção proativa de trens e ajuda a evitar atrasos.

Milhares de trabalhadores dependem de um serviço pontual de trens. Mas trens que frequentemente quebram e param muitas vezes acabam atrapalhando suas rotinas. Clientes e população insatisfeitos e perdas econômicas são a consequência dessas falhas em trens. “A digitalização é capaz de mudar isso”, diz Thorsten Mersch, Gerente do Setor de Tecnologia Ferroviária na igus. Para ser parte desta transformação digital no transporte ferroviário, a empresa sediada em Colônia desenvolve cabos e esteiras porta cabos inteligentes sob o nome de “smart plastics”, os quais são monitorados em tempo real, permitindo prever a sua vida útil.

Trens podem ser monitorados em tempo real

Trens, bondes e veículos suburbanos de alta velocidade estão sujeitos a desgaste e deterioração por conta do uso contínuo. Um exemplo são as portas, que abrem e fecham centenas de vezes a cada dia. Um problema comum é que se uma borda de segurança, que impede que as pessoas sejam feridas pelas portas se fechando, tiver um defeito, a respectiva porta fica desabilitada imediatamente. Assim, os tempos de embarque e desembarque se tornam mais longos e os horários não podem ser cumpridos, causando atrasos. Uma solução para as empresas de transporte é equipar suas bordas de segurança com módulos CF.Q da gama isense da igus. Os módulos monitoram a condição dos cabos e enviam, através do módulo de comunicação móvel da igus (icom), os dados do estado ao centro de controle para a empresa operadora. No centro de controle, os funcionários utilizam painéis para monitorar a condição das bordas de segurança em todos os trens. O sistema administra todos os limites e avisa com antecedência sobre a falha iminente de uma borda de segurança. Graças a essa informação antecipada, os operadores são capazes de planejar uma substituição preventiva centralmente e realizá-la durante paradas planejadas. O princípio da manutenção previsível também se aplica a outros componentes, como esteiras porta cabos e unidades lineares que são usadas como parte de um equipamento interior do trem. Empresas de tecnologia ferroviária podem agora, com o uso dos plásticos inteligentes da igus ter uma base precisa para planejar as suas manutenções e serviços. As peças são apenas consertadas ou substituídas quando necessário – e isto acontece antes de ocorrer qualquer falha ou atraso.

Uma base de planejamento confiável para Manutenção

Há grande interesse nestas soluções. “As expectativas dos fabricantes e operadores de trens quanto à digitalização são tão altas quanto as da indústria”, diz Thorsten Mensch com convicção. Na Innotrans 2018, a Siemens Mobility apresentou, entre outros, as novas possibilidades de plásticos de alto desempenho da igus, que permitem um monitoramento inteligente, assim como a análise e previsão de falhas. A colaboração planejada baseia-se na suíte de aplicativos “Railigent” da Siemens, que oferece uma ampla gama de serviços digitais na área de manutenção previsível, por exemplo.

Saiba mais em: https://www.igus.com.br/info/industries-example-railway-technology

Ou acesse nosso folheto de soluções voltadas para a indústria ferroviária em: https://www.igus.com.br/info/industries-example-railway-technology

Automação rápida e segura com nova solução de esteiras porta cabos para cursos longos

A nova plane-chain da igus assegura um fornecimento compacto de energia e dados em plantas de produção

A automação de plantas de produção está crescendo continuamente na parte de esteiras da Indústria 4.0, que requerem soluções de fornecimento de energia mais confiáveis e compactas. A igus desenvolveu agora a esteira plana plane-chain, um conceito inovador de esteira porta cabos para cursos longos e velocidades elevadas. Com uma esteira porta cabos montada de lado em uma nova calha guia com um design especial, o sistema garante um fornecimento de energia e dados compacto e à prova de falhas.

Plane-chain: sistema de esteiras porta cabos novo e confiável com guia convexa especial para velocidades elevadas na automação.

Se olharmos para a produção moderna, concluímos que é impossível abdicar dos robôs. Isto é bem óbvio quando observamos a indústria automotiva. Quer se trate de um robô linear, de pórtico ou industrial a se mover no 7.º eixo, em espaços confinados e em cursos longos, estes têm sempre de funcionar de forma rápida e confiável. Para tal feito, é necessário um fornecimento confiável de energia e dados. Com a plane-chain, a igus desenvolveu agora um sistema de esteira porta cabos inovador para a automação, que proporciona a máxima segurança contra falhas em aplicações com velocidades e taxas de ciclo elevadas. No novo conceito da empresa especializada em motion plastics, uma esteira porta cabo é montada na horizontal em uma guia especial. A vantagem consiste na economia de espaço, graças à altura de instalação reduzida. A guia convexa, em forma de uma “banheira”, permite o deslocamento seguro da esteira da série E6 em dois canais embutidos. A guia em aço inoxidável, com um baixo coeficiente de atrito, garante uma longa duração de vida da calha e da esteira. Para obter um maior isolamento acústico do sistema, pode-se aplicar uma camada isolante especial de plástico no exterior da guia. Graças aos seus componentes leves, a solução de esteira porta cabos pode ser facilmente montada por baixo do teto, para robôs lineares.

Proteção confiável graças ao resguardo total

Mediante à pedidos dos clientes, também estão disponíveis plane-chains totalmente fechadas. Desta forma, nenhum objeto exterior consegue penetrar ou ultrapasar o que aumenta significativamente a confiabilidade. Além do potencial de aplicação da plane-

chain na automação, o novo conceito na versão fechada também é adequado para o fornecimento de energia em guindastes. Aqui, os cabos e as esteiras porta cabos dentro das guias resistentes à corrosão estão protegidos contra os danos graves que o vento e outros fatores adversos podem causar.

Saiba mais em: https://www.igus.com.br/info/news-plane-chain

Vedado com segurança: conceito de vedação iglidur para uma vida útil maior

Novas vedações para buchas autolubrificantes da igus que não necessitam de manutenção proporcionam mais higiene e proteção contra acúmulo extremo de sujeira.

Sujeira pesada, poeira abrasiva e meios agressivos podem, sob circunstâncias extremas, pressionar as buchas autolubrificantes e danificar o eixo. Para otimizar ainda mais a segurança de máquinas e instalações nesses casos, agora a igus desenvolveu anéis de vedação para suas buchas com flange de polímero livre de lubrificantes. Apenas colocados na flange, elas protegem a bucha autolubrificante e os componentes por trás delas. Desta forma, paradas não planejadas/o tempo de inatividade da máquina podem ser evitados e a vida útil pode ser aumentada.

Apenas colocados na flange, os novos anéis de vedação protegem as buchas autolubrificantes iglidur e os componentes por trás delas do acúmulo extremo de sujeira.

Se o responsável pelo desenvolvimento estiver procurando por uma bucha autolubrificante de longa duração para sua aplicação, que precisa suportar sujeira, poeira, produtos químicos, vento e outras adversidades do ambiente, ele precisa conhecer as buchas feitas de plásticos de alto desempenho. Isso porque os materiais da igus são livres de lubrificantes e, portanto, livres de manutenção. A sujeira não adere à bucha em comparação com as versões metálicas. Outra vantagem: as buchas autolubrificantes de polímero não enferrujam. Para aplicações com níveis extremamente elevados de acúmulo de sujeira, por exemplo em maquinário de construção ou agrícola, agora a igus desenvolveu um conceito de segurança adicional sob a forma de anéis de vedação. As vedações estão disponíveis para todos as buchas flangeadas da igus, em todas as dimensões e para mais de 50 materiais, possibilitando uma ampla gama de combinações de materiais relacionadas à aplicação. Os anéis de vedação flexíveis são simplesmente colocados nas flanges e protegem contra a entrada de sujeira e fluidos na bucha autolubrificante e nos componentes atrás dele. Para aplicações nas quais os clientes confiam em lubrificação adicional, o anel de vedação garante que os lubrificantes não sejam pressionados para fora da bucha. O desgaste é ainda mais reduzido, o eixo é protegido da corrosão e a vida útil das aplicações é aprimorada.

Uso universal em ambientes com requisitos especiais

A igus oferece os anéis de vedação em um material versátil para todos as buchas flangeadas da igus. E também em um material em conformidade com a regulamentação FDA. Este último é particularmente adequado para uso na indústria alimentícia. A vedação em conformidade com FDA, junto com as buchas flangeadas feitas de materiais em conformidade com FDA como o iglidur A160, A180 e A350, pode proteger os pontos da bucha e os componentes de agentes de limpeza agressivos enquanto otimizam a higiene. Além da indústria de máquinas agrícolas e de construção, outros possíveis cenários de aplicação para os anéis de vedação versáteis incluem engenharia mecânica geral para bombas de baixa rotação e correias transportadoras, bem como atuadores na indústria automotiva. As buchas autolubrificantes com vedação estão prontas para instalação, são fornecidas como uma solução completa, e estão disponíveis em diferentes modelos e combinações de acordo com as necessidades do cliente.

 

 

 

 

Drylin E – Um robô linear compacto para movimento fácil e preciso nos menores espaços

A igus desenvolveu um robô linear compacto, cujo uso é ideal para tarefas automatizadas. Uma solução completa que consiste de eixos com correia dentada e motores que otimiza tempo e custos.

A automação dos processos de produção está se tornando cada vez mais importante para a engenharia mecânica, uma vez que precisa fabricar produtos no tempo mais curto possível e a baixo custo. Por esse motivo, a igus desenvolveu o robô linear compacto drylin E que não é apenas fornecido completo de um único fornecedor, mas também é econômico e possui um desempenho que supera expectativas. O novo robô linear drylin E livre de lubrificação e livre de manutenção é adequado para diversos tipos de aplicações, seja na tecnologia médica com seus altos requisitos de segurança, em tarefas de microelétrica, ou em funções pick & place para séries muito pequenas. Em um pequeno espaço de trabalho de 400 x 400 x 100 milímetros, a solução completa pequena é capaz de suportar cargas de até 2,5 quilos em velocidades máximas de até 0,5 metros por segundo. “Dois eixos com correia dentada drylin ZLW e um eixo de cremalheira drylin GRW garantem uma condução precisa e livre de lubrificação, graças a elementos deslizantes feitos de plásticos de alto desempenho”, explica Alexander Mühlens, Chefe de Planejamento da Tecnologia de Acionamento drylin da igus. Também estão disponíveis elementos de fixação opcionais para perfis de sistema. O robô linear é entregue pronto para instalar com motores de passo NEMA17/23 e encoders.

Robôs lineares drylin E para o uso imediato

Além do robô linear drylin E para pequenos espaços de trabalho, a igus também fornece robôs lineares de linha e planos diretamente do estoque. Todos os robôs lineares incluem módulos lineares drylin pré-configurados e eixos lineares com motores de passo NEMA, assim como todos os componentes necessários para a instalação própria. Além dos itens disponíveis em estoque, o usuário tem a opção de montar o seu próprio robô linear do sistema drylin W aqui www.igus.com.br/robot-enquiry. Dependendo das exigências do cliente, é possível configurar o comprimento do eixo e vários motores, por exemplo, com Esteiras porta cabos da igus.

Saiba mais, acesse: https://www.igus.com.br/info/drive-technology-drylin-e-startpage

Duelo no laboratório de testes: rolamentos de esferas de plástico competem com rolamentos metálicos no teste de água salgada

O vencedor do teste, o rolamento xiros, é até 60% mais leve e 40% mais econômico que a versão metálica

Em Colônia, na Alemanha a empresa igus opera o maior laboratório de testes para plásticos em aplicações com movimentação. Mais de 12.000 testes tribológicos são conduzidos a cada ano na empresa especialista em motion plastics. Tratam-se, entre outros, de testes que investigam o uso de uma ampla variedade de materiais nos ambientes mais diversos e diferentes tipos de aplicações. Desta vez: rolamentos de esferas com flange xiros e rolamentos metálicos foram testados em água salgada. O uso de triboplásticos livres de lubrificação e de manutenção fez com que o rolamento xiros nos convencesse completamente durante a experiência.

Os engenheiros do laboratório de testes da igus encheram um container com água salgada do mar e a aqueceram até +80 graus Celsius. Depois, inseriram dois rolamentos durante 120 horas: um rolamento clássico com flange e dois furos feito de metal e um rolamento com flange xiros feito de xirodur B180, um plástico de alto desempenho que foi otimizado pela igus durante anos em termos de resistência ao desgaste e a meios. Ambos os rolamentos não estavam completamente cobertos no teste, e sim expostos ao ar, de forma a provocar o efeito de corrosão.

Rolamento com flange de dois furos feito de metal e rolamento com flange xiros feito de xirodur B180 depois do teste em água salina no laboratório de testes. O rolamento xiros resistente ao desgaste com uma vida útil que pode ser calculada online não apresenta nenhum sinal de corrosão ou descoloração.

 O rolamento feito de metal começa a corroer depois de algumas horas

No final, o resultado do teste foi bem claro. Depois de apenas poucas horas, o rolamento de metal começou a corroer. No fim do teste, haviam vestígios visíveis de ferrugem em todos os componentes do rolamento. Ao contrário do rolamento de plástico. O rolamento de esferas com flange xiros continuava inabalável, mesmo quando sujeito à água salina agressiva e altas temperaturas durante 120 horas. Não houve alteração na cor e nenhum vestígio de ferrugem. Uma vantagem evidente, especialmente em aplicações em salas limpas e para o uso na tecnologia alimentar e médica, onde ferrugem representa um risco de higiene. Os rolamentos de esferas xiros geralmente consistem de quatro componentes: os anéis interior e exterior, assim como as gaiolas feitas de plástico e as esferas feitas de aço inoxidável ou vidro. Diferentemente dos rolamentos metálicos, os rolamentos de polímero resistentes ao desgaste oferecem um funcionamento seco muito suave e higiênico sem nenhuma gota de lubrificante e são livres de manutenção. Sua vida útil longa pode ser facilmente calculada online. Além disso, os rolamentos de plástico são isolantes elétricos, resistentes a temperaturas de -40 a +80 graus Celsius, não magnéticos e 60 por cento mais leves e até 40 por cento mais econômicos que rolamentos metálicos comparáveis. Adequados para absorver cargas médias e, devido à sua confiabilidade, são, há muitos anos, a preferência de clientes no mundo inteiro, por exemplo, para o uso em correias transportadoras, na etiquetagem, em máquinas de manuseio e embalagem, assim como em máquinas de enchimento.

Veja o vídeo e saiba mais sobre o laboratório de rolamentos xiros da igus, na Alemanha.

Mas afinal, Plástico ou Metal?

Há muito tempo os materiais metálicos são escolhidos para soluções mecânicas por terem a imagem de que são mais robustos e fortes. É muito comum subestimar a força dos plásticos compostos e suas habilidades, porém de alguns anos para cá, o uso de polímeros de engenharia em aplicações que envolvam movimentação, passou a ser cada vez mais frequente.

Hoje, as buchas de plástico da igus® são uma alternativa econômica e tecnicamente vantajosa comparado às soluções metálicas e tem sido a primeira escolha dos engenheiros que buscam otimizar as aplicações de máquinas e equipamentos com movimentação. Melhoradas pela tecnologia, sua composição feita de fibras, base polimérica e pelos lubrificantes sólidos, são adequadas para aplicações e necessidades de todos os tipos, reduzem o trabalho com manutenção e possibilitam melhorias técnicas.

Bom, vamos então à uma comparação entre buchas metálicas e as buchas em polímero para entender as principais diferenças… 

Buchas e rolamentos metálicos

Rolamentos de composto de metal

  • Boa resistência aos meios e à altas temperaturas
  • Alta classificação de carga estática devido ao verso metálico
  • Camada de deslizamento fina e suave
  • Funcionalidade limitada com movimentos giratórios sob cargas elevadas
  • Custos adicionais para a versão resistente à corrosão
  • Sensíveis a cargas nas extremidades
  • Perigo de danificação da camada de deslizamento durante a instalação

Mas e as buchas em polímero?  

Buchas autolubrificantes iglidur® G

  • A espessura total da parede serve como zona de desgaste
  • Longa vida útil para todos os tipos de movimentos
  • 100% resistentes à corrosão
  • Econômicas
  • Alta resistência aos meios
  • Em conformidade com a RoHS
  • Leves
  • Resistentes a sujeira, poeira, umidade e altas temperaturas
  • Elevado amortecimento de vibrações
  • Robustos para cargas nas extremidades
  • Permitem o uso de eixos “macios” de baixo custo
  • Promovem uma redução de custos em até 40% – pois são livres de lubrificação e livres de manutenção.
  • Possuem vida útil previsível, ou seja, é possível calcular a vida útil que o produto terá de acordo com a sua aplicação, facilitando possíveis eventuais manutenções preventivas.

Tudo bem, parecem palavras bonitas… mas para comprovar tudo isso, a igus realiza inúmeros testes anualmente no laboratório de testes em sua matriz, em Colônia, Alemanha, que alimentam um banco de dados gigantesco.

Abaixo, trouxemos um teste de desgaste em diferentes eixos e revestimentos com buchas em polímero da igus e buchas metálicas para comparação.

Desgaste em μ/km; p= 30 MPa; v= 0.01 m/s; rotacionando

1 – Taxa de desgaste [μm / km]
2 – Bucha em polímero iglidur® Q
3 – Bucha em polímero iglidur® G
4 – Bucha em polímero iglidur® Z
5 – Latão com lubrificação inicial
6 – Laminado de metal com camada deslizante
 

Conclusão:

Todos os materiais iglidur® testados exibem um desgaste significativamente menor do que as buchas metálicas. Os eixos das buchas metálicas por sua vez, apresentam desgaste significativo e, portanto, são considerados inadequados para uso posteriorGraças à sua elasticidade, eles também podem suportar altas cargas, fortes choques e impactos que podem quebrar as buchas e rolamentos metálicos.

Ainda não está convencido?
Entre em contato conosco e tire suas dúvidas… nós estaremos prontos para atendê-los e encontrar e melhor solução em polímero para a sua aplicação!

Saiba mais em: https://www.igus.com.br/info/plain-bearings-polymer-bearings-vs-metal-bearings

 

Vida útil 2x maior com as buchas autolubrificantes da igus em esteira porta cabos para deslocamentos longos!

Na Hannover Messe, a igus apresentou a nova esteira porta cabos com buchas, a P4.1 para o uso em guindastes e pontes rolantes com monitoração de desgaste inteligente opcional

Para aumentar o tempo de funcionamento de sistemas de guindastes e pontes rolantes, a igus agora combinou suas principais competências da tecnologia de buchas autolubrificantes e esteiras porta cabos. Na esteira porta cabos P4.para deslocamentos longos, novas buchas autolubrificantes tribologicamente otimizadas garantem a montagem isenta de lubrificação dos elos individuais das esteiras. Isso prolonga significativamente a vida útil da esteira porta cabos. Opcionalmente, a esteira porta cabos P4.1 pode fazer parte do conceito de manutenção previsível da igus com um novo sensor de desgaste isense

Durante muitos anos, o sistema P4 tem sido a solução para aplicações desafiadoras. A série de esteiras porta cabos com rolamentos P4 já se comprovou em mais de 1.000 aplicações em guindastes e pontes rolantes no mundo inteiro, com deslocamentos de até 800 metros, altas velocidades de mais de cinco metros por segundo, e vários milhões de ciclos com pouca vibração e pouco ruído. Usando-se buchas integradas no elo da esteira, o atrito é reduzido ao mínimo e a vida útil prolongada ao máximo. Devido à distância entre a parte superior e inferior, os rodízios não passam um sobre o outro, mas deslizam de forma a permitir uma operação suave. Como resultado, o coeficiente de atrito diminui e a força de acionamento é reduzida em 57 por cento. Usuários como o maior fabricante de ponte rolantes do mundo, ZPMC, vêm confiando na esteira porta cabos com rolamentos há muitos anos. Com as buchas autolubrificantes isentas de manutenção feitas de plásticos de alto desempenho, a igus agora levou a esteira porta cabos para outro nível.

Nova P4.1: Combinando duas competências principais

Desde 1964, a igus vem desenvolvendo e fabricando plásticos de alto desempenho para buchas autolubrificantes e esteiras porta cabos livres de manutenção. Através de sua experiência em ambas as áreas e pesquisa de novos compostos plásticos, os desenvolvedores da igus foram capazes de otimizar ainda mais a esteira porta cabos com rolamentos P4.1, de forma a significativamente aumentar a confiabilidade e disponibilidade. Há um ponto de apoio de giro em cada conexão dos elos. Esse agora foi equipado com uma bucha autolubrificantes de tribopolímero livre de manutenção, aumentando a vida útil em mais que o dobro. Assim, os guindastes de contêiners em portos, por exemplo, agora são capazes de alcançar uma vida útil de mais de 15 anos ou mais de 20.000 horas de funcionamento, com pouca necessidade de manutenção e alta confiabilidade.

Trabalho em rede inteligente e manutenção previsível com o isense

Opcionalmente, a nova P4.1 pode ser equipada com sensores de monitoramento, como um sensor de desgaste para as novas buchas deslizantes instaladas. Quando é atingido um limite de desgaste predefinido, ele emite um sinal para o módulo de comunicação igus icom, permitindo planejar a manutenção de antemão. Dependendo das exigências do cliente, os dados do módulo icom podem ser usados diferentemente: com uma integração direta no ambiente de software e solução de intranet existentes para uma pura mensagem de manutenção ou com conexão ao centro de dados da igus para uma previsão inteligente e dinâmica da vida útil. Nesse caso, as recomendações de manutenção através de algoritmos de aprendizado de máquina e IA são constantemente comparadas e definidas de acordo com os dados de várias aplicações existentes. Graças ao trabalho em rede inteligente da esteira porta cabos de rolamentos P4.1, o engenheiro de manutenção pode acessar os dados de vida útil da esteira porta cabos a qualquer hora e em qualquer lugar.

Saiba mais em: http://www.igus.com.br

Sistemas eficientes de fornecimento de energia para pontes rolantes e guindastes

Você enfrenta constantemente problemas com os seus sistemas Festoon? Gostaria de saber como melhorar a tecnologia de seus guindastes e reduzir custos com paradas não planejadas e manutenções frequentes?

Nesse post, vamos explicar um pouco mais sobre os sistemas tradicionais utilizados para a movimentação de cargas e alternativa que vem tomando conta do mercado: as Esteiras porta cabos em polímero da igus® – que são a solução ideal para substituir esses sistemas que exigem muita manutenção e implicam em custos e perda de produtividade.

Quando se trata de manuseio de materiais, a boa confiabilidade e a baixa necessidade de manutenção são de suma importância. O dano de materiais ou de máquinas que podem levar à tempo de inatividade e paradas não planejadas que afetam toda a planta pode significar em quedas de produção dispendiosas. Como resultado, ao projetar guindastes, a vida útil e o tempo de operação dos guidastes e pontes rolantes em sua totalidade e seus componentes individuais geralmente devem ser o maior tempo possível, seus períodos de manutenção são tão curtos quanto possível e sua menor susceptibilidade é a mais baixa possível. Essas condições se aplicam, apesar das condições ambientais difíceis, como altos níveis de poeira e calor, e os requisitos rigorosos em relação às distâncias de viagem, velocidades de movimentação e precisão ao posicionar as cargas.

Festoon: A solução tradicional

Cada aplicação e empresa é diferente. Dessa forma, soluções customizadas são necessárias para cada uma. A solução certa para o sistema de fornecimento de energia também deve ser encontrada para cada guindaste ou ponte rolante. A solução principal até agora tem sido o tradicional festoon, isto é, rebocar ou guiar as correntes/cabos (o termo “festoon” geralmente significa “grinalda” e relaciona-se com a aparência das correntes).

Os sistemas Festoon compreendem linhas de fornecimento de amplitude livre com cabos de aço integrados para alívio de tensão. Os cabos geralmente ficam suspensos livremente e sem proteção na viga de aço (inoxidável) e são movidos dinamicamente (retraídos e estendidos) por acionamentos adicionais. Este design livre é geralmente adequado para guindastes internos, que não estão diretamente sujeitos aos efeitos do vento e do clima. No entanto, este não é o caso de guindastes e pontes rolantes em diversos outros casos como por exemplo, em siderúrgicas, onde ficam expostos à ambiente hostil, com intensos níveis de calor e poeira, ou em ambientes portuários, onde o sistema fica exposto à diversos fatores climáticos como vento, chuva, entre outros.

Uma grande desvantagem dos sistemas festoon é que eles podem ficar presos e emaranhados durante a operação, levando à tempo de inatividade. O uso de loopings de cabos dá origem a uma necessidade de grandes comprimentos de cabo. O cabo deve ter mais que o dobro do comprimento da distância de deslocamento para cobrir isso. Como esses loopings também exigem certa altura do sistema, os sistemas festoon ocupam muito espaço, além de precisarem de muito revestimento de proteção, quando aplicável. Os comprimentos necessários de cabos e as distâncias de deslocamento também aumentam a tensão mecânica do cabo.

Eles também são relativamente pesados e precisam de altos níveis de sistemas de acionamento, ou seja, envios de altas cargas de energia, devido às suas longas distâncias de deslocamento. Além disso, seu desgaste é outro empecilho, aumentando a necessidade de manutenção e potencialmente causando o tempo de inatividade do sistema a longo prazo. Isso faz com que muitas empresas procurem alternativas para aplicações nas quais os sistemas festoon não necessariamente precisam ser usados.

A melhor alternativa: Esteiras porta cabos em polímero – Uma solução inovadora

Em comparação com mangueiras de proteção simples, não há dúvida de que as esteiras porta cabos são uma solução mais complexa e, portanto, mais cara. Cada metro das esteiras corresponde à aproximadamente 30 a 100 componentes individuais ou elos, geralmente feitos de poliamida (PA) (com ou sem reforço de fibra de vidro) ou o polímero termoplástico polioximetileno (POM). A estrutura modular permite que as esteiras sejam adaptadas de forma flexível à aplicação. Isso significa que as esteiras porta cabos podem ser facilmente estendidas ou encurtadas e são simples de montar e instalar. A maioria dos sistemas pode ser acessado externamente, acelerando assim o processo de instalação inicial e quaisquer atividades de reparo e manutenção necessárias. Ao usar cabos pré-montados, cabos com grandes conectores ou mangueiras com acessórios de pressão, que geralmente só podem ser inseridos a partir do exterior, os períodos de montagem, substituição e tempo de inatividade podem ser significativamente reduzidos.

Esteiras porta cabos feitas em polímero de alto desempenho já foram usadas com sucesso em muitas áreas de serviços e aplicações pesadas por muitos anos e são cada vez mais vistas na indústria de fabricação de guindastes e pontes rolantes. Os pré-requisitos gerais neste setor estão aumentando rapidamente. As distâncias dos cursos, velocidades e cargas são constantemente aumentadas. Isso naturalmente leva à mais cargas nos cabos, que precisam ser apoiados, guiados e movidos por todo o sistema de fornecimento de energia.

Elas são resistentes à corrosão e isentas de lubrificação, além de serem resistentes à diversos tipos de mídias. Assim, eles são caracterizados por sua ótima durabilidade, respeito pelo ambiente e por serem livres de manutenção. Por último, mas não menos importante, elas custam menos do que os sistemas concorrentes que não são feitos de plástico.

Em um guindaste com esteiras porta cabos feitas de polímero tribo otimizados, os cabos são protegidos de duas maneiras – pela própria esteira e pela calha guia. No caso de longas distâncias de deslocamento e altas velocidades, a calha guia a esteira de forma segura e silenciosa. A esteira por sua vez funciona uniformemente e suavemente (isto é, também conservando energia) ao longo da calha guia. Pela questão do peso, o melhor material é o alumínio, embora também possa ser feito de aço galvanizado ou inoxidável. Analisando os dois esquemas acima, é possível notar imediatamente uma enorme diferença em relação ao comprimento do cabo. Ao usar esteiras porta cabos em polímero, o comprimento dos cabos é reduzido em quase 50%. Os comprimentos dos cabos mais curtos reduzem o uso de energia, a tensão mecânica, o peso e, portanto, a necessidade de estruturas complexas de suporte de aço e revestimentos protetores. Isso permite até mesmo aliviar a tensão em todo o sistema e, ao mesmo tempo, aumentar a carga do guindaste.

Ou seja, os sistemas de esteiras porta cabos da igus® fornecem uma condução segura dos cabos e de baixa manutenção, mesmo sob condições as condições mais difíceis, por muito tempo.

Resumindo alguns dos benefícios dos sistemas de esteiras porta cabos igus®:

  • Resistentes ao vento e à condições climáticas adversas
  • Baixa necessidade de manutenção, menos paradas não planejadas
  • Não é necessária nenhuma unidade de controle adicional
  • Redução de até 50% do comprimento dos cabos (comparado ao sistema festoon)
  • Eliminam a questão de cabos enroscados
  • Design feito para economizar espaço

Para a troca, são necessários apenas pequenas modificações em seu RTG para a substituição do sistema Festoon para esteira porta cabos igus®. Nossos engenheiros já equiparam com sucesso mais de 5.400 * RTG e guindastes RMG em todo o mundo.

Entre em contato conosco para uma visita gratuita e uma oferta de modernização para seu guindaste > marketing@igus.com.br

Para mais informações, acesse: https://www.igus.com.br/wpck/5812/replace_festoonings

igus® na FEIMEC 2018!

Tem movimentação? A igus® tem a solução! – Soluções em plásticos de alto desempenho para a redução de custos e aumento de produtividade serão apresentadas nessa FEIMEC 2018

Durante os dias 24 e 28 de Abril, a empresa Alemã igus irá apresentar na FEIMEC – Feira direcionada ao setor de Automação Industrial e novas tecnologias, diversas novidades em produtos para movimentação que estão invadindo o mercado – alguns destaques que serão evidenciados no estande da igus, serão: a máquina drylin package, que demonstrará o set-up automático de guias lineares em esteiras transportadoras para a indústria de embalagens, a comparação de buchas e mancais em polímero versus as soluções metálicas, uma Estação Interativa Lean, demonstrando o funcionamento da esteira porta cabos E4.1 Lean e seu mecanismo de separação que reduz em até 80% o tempo de montagem e instalação e também a linha completa de cabos de Rede, perfeitos para operação prolongada e com vida útil garantida.

Os produtos e soluções igus® possuem inúmeras aplicações e benefícios incomparáveis quando utilizados em diversos maquinários. O objetivo para a FEIMEC será levar e apresentar soluções que demonstram como otimizar a produção e reduzir custos, que consequentemente conseguem promover um maior ganho tecnológico para diferentes indústrias. Os polímeros da igus trazem diversos benefícios na modernização de equipamentos e em aplicações onde o desgaste é um problema.

Dentre os produtos principais da empresa, estão os sistemas de esteiras porta cabos, cabos flexíveis, conectores, buchas autolubrificantes, mancais, guias lineares, e entre outros que, além de possuírem vida útil longa, reduzem o tempo de máquinas paradas nas indústrias. Para cada desafio que envolve máquinas e equipamentos, soluções testadas no laboratório de testes da empresa, localizado na Alemanha, que aumentam a confiabilidade das máquinas e reduzem o volume de trabalho de manutenção.

Para a linha de esteiras porta cabos da igus®, nessa FEIMEC uma das máquinas que chamará a atenção como exemplo de aplicações possíveis, será o Guidelok. Um equipamento vertical para fornecimento de energia que apresenta a aplicação de esteiras porta cabos, que assegura o funcionamento sem impactos. O sistema guia mídias e dados em segurança, possui montagem e instalação fácil, é resistente à corrosão e é ideal para aplicações que possuem espaço reduzido ou aplicações suspensas.

Demonstrando as aplicações mecânicas da empresa, a sessão de buchas e mancais autolubrificantes abordará o tema “Plástico versus Metal” e exemplificará os Top10 motivos para utilizar buchas de plástico composto ao invés das soluções metálicas, passando por pontos como resistência, amortecimento de vibração, taxas de desgaste e as economias geradas pela isenção de lubrificação e manutenção. Os consultores técnicos estarão de prontidão para tirar dúvidas e mostrar todos os diferenciais e vantagens técnicas dos produtos igus®.

Na linha de guias lineares drylin, a máquina drylin package conveyour estará simulando as diversas opções disponíveis para regulagens automáticas em esteiras transportadoras e máquinas de embalagem, exemplificando durante todo o período da feira diferentes métodos para o set-up automático e regulagem de fusos e guias lineares, onde com um único acionamento por motores é possível fazer a movimentação acontecer.

Já na parte de cabos especiais, levaremos cabos que atendem diferentes exigências e demandas em aplicações dinâmicas. Dentre os destaques, teremos a linha de cabos de Rede (cabos ethernet, devicenet, entre outros) que são resistentes a milhões de ciclos ou torções e com a possibilidade de calcular vida útil e garantia de 36 meses. São cabos altamente flexíveis e projetados para resistirem a altos níveis de estresse, além de serem resistentes a altas temperaturas, óleos e outros fatores externos que geralmente podem prejudicar os cabos e comprometer a operação contínua por períodos prolongados.

Para complementar as novidades, a Estação Interativa Lean terá como destaque a esteira porta cabos E4.1L(Lean). Um produto de rápida montagem, leve, com interior ideal para o cabo e com a relação entre dimensões internas e externas otimizadas. Possibilita fácil acesso a todo o interior por ambos os lados, possui um sistema de separação interior excelente e um dos mecanismos de abertura mais rápido disponível no mercado. Essas características garantem maximizar os resultados e uma economia de até 80% no tempo de montagem e instalação.

A demonstração do novo sistema E4.1Lean da igus, na Estação Interativa Lean, representará também o programa Y.E.S. – Young Engeneering Support – o programa da igus de apoio a jovens estudantes de engenharia. A aluna Karina Vicente, da Escola Politécnica da USP que estará responsável por durante todo o período da feira em demonstrar e exemplificar o fácil processo de montagem e desmontagem da esteira porta cabos E4.1L.

A feira será uma excelente oportunidade para quem ainda não conhece as soluções da igus®, saber mais e também conversar com os consultores técnicos que estarão de prontidão para tirar dúvidas e saber mais sobre as aplicações que podem ser otimizadas com os produtos em polímero de alto desempenho.

Segundo Marcelo Pimenta, CEO da igus do Brasil, a FEIMEC será uma excelente oportunidade para estreitar laços com os clientes existentes, e também demonstrar a todos como as soluções em polímero estão sendo cada vez mais adotadas no mercado, em diversos setores – “A igus está quebrando paradigmas e demonstrando que nossas soluções plásticas de excelente custo-benefício promovem ganhos técnicos e operacionais muito maiores, ao mesmo tempo em que reduzem problemas frequentes que implicam em perda de produtividade. Afinal, essa é a missão dos motion plastics® – reduzir custos e aumentar a tecnologia”.

Esperamos você lá!!!

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