Duelo no laboratório de testes: rolamentos de esferas de plástico competem com rolamentos metálicos no teste de água salgada

O vencedor do teste, o rolamento xiros, é até 60% mais leve e 40% mais econômico que a versão metálica

Em Colônia, na Alemanha a empresa igus opera o maior laboratório de testes para plásticos em aplicações com movimentação. Mais de 12.000 testes tribológicos são conduzidos a cada ano na empresa especialista em motion plastics. Tratam-se, entre outros, de testes que investigam o uso de uma ampla variedade de materiais nos ambientes mais diversos e diferentes tipos de aplicações. Desta vez: rolamentos de esferas com flange xiros e rolamentos metálicos foram testados em água salgada. O uso de triboplásticos livres de lubrificação e de manutenção fez com que o rolamento xiros nos convencesse completamente durante a experiência.

Os engenheiros do laboratório de testes da igus encheram um container com água salgada do mar e a aqueceram até +80 graus Celsius. Depois, inseriram dois rolamentos durante 120 horas: um rolamento clássico com flange e dois furos feito de metal e um rolamento com flange xiros feito de xirodur B180, um plástico de alto desempenho que foi otimizado pela igus durante anos em termos de resistência ao desgaste e a meios. Ambos os rolamentos não estavam completamente cobertos no teste, e sim expostos ao ar, de forma a provocar o efeito de corrosão.

Rolamento com flange de dois furos feito de metal e rolamento com flange xiros feito de xirodur B180 depois do teste em água salina no laboratório de testes. O rolamento xiros resistente ao desgaste com uma vida útil que pode ser calculada online não apresenta nenhum sinal de corrosão ou descoloração.

 O rolamento feito de metal começa a corroer depois de algumas horas

No final, o resultado do teste foi bem claro. Depois de apenas poucas horas, o rolamento de metal começou a corroer. No fim do teste, haviam vestígios visíveis de ferrugem em todos os componentes do rolamento. Ao contrário do rolamento de plástico. O rolamento de esferas com flange xiros continuava inabalável, mesmo quando sujeito à água salina agressiva e altas temperaturas durante 120 horas. Não houve alteração na cor e nenhum vestígio de ferrugem. Uma vantagem evidente, especialmente em aplicações em salas limpas e para o uso na tecnologia alimentar e médica, onde ferrugem representa um risco de higiene. Os rolamentos de esferas xiros geralmente consistem de quatro componentes: os anéis interior e exterior, assim como as gaiolas feitas de plástico e as esferas feitas de aço inoxidável ou vidro. Diferentemente dos rolamentos metálicos, os rolamentos de polímero resistentes ao desgaste oferecem um funcionamento seco muito suave e higiênico sem nenhuma gota de lubrificante e são livres de manutenção. Sua vida útil longa pode ser facilmente calculada online. Além disso, os rolamentos de plástico são isolantes elétricos, resistentes a temperaturas de -40 a +80 graus Celsius, não magnéticos e 60 por cento mais leves e até 40 por cento mais econômicos que rolamentos metálicos comparáveis. Adequados para absorver cargas médias e, devido à sua confiabilidade, são, há muitos anos, a preferência de clientes no mundo inteiro, por exemplo, para o uso em correias transportadoras, na etiquetagem, em máquinas de manuseio e embalagem, assim como em máquinas de enchimento.

Veja o vídeo e saiba mais sobre o laboratório de rolamentos xiros da igus, na Alemanha.

Como reduzir custos de manutenção em máquinas e equipamentos industriais?

Em um mercado cada vez mais competitivo, a busca por maximizar a produtividade e reduzir custos é constante. Para não perder a eficiência perante os concorrentes, as empresas devem sempre estar preparadas, pois falhas e paradas não planejadas podem impactar gravemente linhas de produção e consequentemente custar até milhões ao faturamento.

O investimento em algumas estratégias e planejamento pode ser a solução. A revisão e melhoria de processos é uma alternativa que tem funcionado para muitas empresas… Por exemplo, uma estratégia de manutenção que vise melhorar o desempenho e disponibilidade das máquinas e sistemas que operam nas linhas de produção, pode aumentar a rentabilidade do negócio.

Essas máquinas e equipamentos industriais naturalmente se desgastam com o tempo e para que a operação dure o máximo possível a seleção das peças e componentes certos são essenciais. A igus, especialista em peças e soluções para aplicações que envolvem movimentação tem sido a escolha nº 1 das empresas que visam redução da manutenção e custos.

Soluções como esteiras porta-cabos, cabos especiais e componentes plásticos como buchas, mancais, rolamentos, assim como também guias lineares para aplicações em movimentos tem sido procurados pela indústria por sua alta resistência e baixo desgaste.

Isso porque em sua linha mecânica a igus tem como diferencial produtos feitos em polímero de engenharia, que possuem características técnicas que se destacam perante às soluções metálicas convencionais como desgaste reduzido, ausência de necessidade de lubrificação e resistência em buchas, mancais e guias lineares.

Já em sua linha elétrica o grande diferencial está na condução segura e no aumento da vida útil dos condutores, como cabos, mangueiras pneumáticas e hidráulicas. Eles continuam operando tranquilamente realizando diversos tipos de movimentos, em diversos sentidos, acelerações e velocidades, além de em vários tipos de ambientes.

Sabemos também que a maioria das empresas ainda trabalham com manutenção corretiva e poucas fazem corretamente a manutenção preventiva. Foi pensando nisso que a igus cuidadosamente desenvolveu suas ferramentas de cálculo de vida útil para sua ampla linha de produtos, pois dentro da melhoria de processos é imprescindível ter dados e informações que orientem um planejamento e cronograma de ações.

As ferramentas auxiliam as pessoas a identificarem quanto tempo aquele componente durará operando em sua aplicação. Para chegar nesse resultado, é necessário incluir os dados como velocidade, aceleração ou outros que sejam pertinentes à aplicação para que a calculadora lhe mostre quantos anos ou quanto tempo, você não precisará se preocupar com manutenção ou substituição da mesma.

Muitas empresas também utilizam o “plano de lubrificação”, que consiste em uma escala frequente de pausas para lubrificar o equipamento para que ele não tenha uma parada inesperada ou quebre. Porém, utilizando os produtos da igus, isso não se faz necessário. Todos os nossos componentes possuem em sua base lubrificantes sólidos, por isso são chamados de “autolubrificantes”. Dessa forma, paradas constantes nas máquinas ou equipamentos não são necessárias, deixando a operação correr de maneira contínua e consequentemente aumentando a produtividade.

Abaixo, você pode verificar um exemplo claro de como as paradas para lubrificação podem custar caro e impactar o processo produtivo.

Se você busca melhoria contínua em seus sistemas mecânicos e elétricos, você precisa começar a considerar os produtos da igus como uma alternativa eficaz para reduzir custos de manutenção e aumentar a produtividade. Empregar nossas tecnologias significa ter componentes com maior durabilidade e resistência que irão promover maior segurança em sua linha de produção, diminuição dos custos e ao mesmo tempo um aumento da eficiência produtiva e lucratividade.

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O Senai-SP apresentou nessa sexta-feira o preview de sua planta piloto de confecção baseada no conceito da Indústria 4.0

Baseada no conceito da Manufatura Avançada, a planta piloto desenvolvida por profissionais e alunos do Senai-SP é composta por 6 módulos que compõe o processo de fabricação, no caso, de uma camiseta personalizada. O projeto que está sendo desenvolvido desde o final do ano passado, teve sua primeira apresentação para convidados nessa sexta-feira, dia 19/10, no Senai do Brás. A inauguração oficial acontecerá em breve.

A planta piloto foi desenvolvida para que o cliente crie uma camiseta customizada em uma linha de produção totalmente automatizada e robotizada, sem qualquer interferência humana. Tudo começa com a interação entre a pessoa e uma tela de realidade virtual e termina com o produto pronto, em um processo com poucas etapas e muita tecnologia!

O conceito de manufatura avançada, ou Indústria 4.0, é formado por um conjunto de tecnologias integradas e habilitadoras que possibilita que as linhas de produção sejam ágeis e atendam o consumidor final de maneira personalizada.

Mas como funciona?

1º etapa – Espelho Virtual

Esse é o considerado o módulo de entrada da ordem de produção. Os profissionais e alunos encontraram uma solução interativa para a solicitação do produto… o cliente faz um cadastro através de um tablet e recebe um e-mail com um QR code para a retirada do produto posteriormente. O Espelho Virtual é liberado para iniciar a customização da camiseta. Nesse parte, o usuário define o tamanho, escolhe entre diversas opções de estampas e ainda tem a opção de personalizar inserindo sua assinatura em diferentes posições.

2º etapa – Estamparia Digital

É composto por uma impressora digital com um sistema inteligente de gestão de insumos, que garante eficiência e qualidade no processo de estamparia. Após essa etapa, o tecido é cortado e vai para uma esteira de transporte que realiza a fixação da impressão.

3º etapa – Corte Automatizado

Uma máquina de corte CNC é utilizada nessa etapa, composta por um sistema de visão inteligente feito por câmeras, realiza o corte do tecido com precisão nas areas demarcadas, através da análise das imagens e algoritmos. Feito isso, a máquina posiciona a camiseta cortada através das Smart Needles (conjunto de agulhas que consegue pegar e posicionar a camiseta) e a posiciona para a retirada e encaminhamento ao próximo módulo.

4º etapa – Costura 4.0 

Esse módulo é composto por um manipulador e um robô industrial. O manipulador retira a camiseta sobre a máquina de corte e a posiciona sobre uma Smart Table. O robô industrial pega a camiseta posicionada no molde e realiza a operação de costura na máquina overloque.

5º etapa – Embalagem

Nesse módulo, o cliente apresenta o QR Code recebido em seu smartphone, via e-mail, para retirada do seu pedido e interage com um robô colaborativo que desvira a camiseta.

6º etapa – Entrega Robotizada

Uma vez que a camiseta é desvirada, ela é embalada e está pronta para ser entregue em suas mãos.

O projeto é integrado pelos mais modernos sistemas de gerenciamento e controle como ERP (gestão empresarial), MES (gestão da manufatura) e uma plataforma de manutenção inteligente que integra sinais analógicos e digitais com IIoT (Internet Industrial das Coisas), trata as informações na nuvem com inteligência artificial e comunicação M2M (machine-to-machine). Além disso, conta com sistema de medição e gerenciamento de energia, tecnologia de realidade aumentada e de cyber security.

Os profissionais e alunos do SENAI-SP contaram com a ajuda de um time de patrocinadores composto por 14 fornecedores que ajudaram com a doação de peças, componentes e equipamentos para o desenvolvimento da linha. A igus foi um deles. Por meio do projeto YES, o programa de apoio à jovens engenheiros da igus® foram doados alguns elementos para o desenvolvimento do projeto, assim como suporte de nosso Gerente de Produto, Marcio Marques, para ajudar a esclarecer eventuais dúvidas dos produtos e auxiliar na aplicação em questão. O primeiro robô robolink doado no Brasil, foi para o projeto do Senai-SP, o robô colaborativo da igus tem a função de finalizar a linha colocando a camiseta dentro da embalagem para entregar ao cliente.

Além do robô colaborativo a igus também forneceu peças e componentes separados para diferentes aplicações na linha. Como por exemplo, as guias lineares drylin para movimentação segura e com deslizamento suave e também esteiras porta cabos que foram utilizadas para guiar e proteger os cabos que conduzem dados e energia.

Gostaríamos de parabenizar os envolvidos no projeto pelo desenvolvimento da planta piloto! Foi impressionante assistir à todo o conceito e à ideia que tomou corpo e tem se concretizado com sucesso!

Em breve, divulgaremos mais informações sobre essa parceria e o parecer dos que trabalharam com os produtos igus! Fique ligado 🙂

A igus apresentou a próxima geração de cabos inteligentes

O módulo CF.Q verifica e avalia dados de cabos durante o funcionamento real e informa quando será necessária a próxima substituição

A empresa igus levou seu conceito de cabo inteligente ao próximo nível. A experiência de clientes nas indústrias automotiva e de máquinas-ferramentas forneceu conhecimentos importantes para o desenvolvimento dessa nova geração. O novo módulo CF.Q em combinação com o isense utiliza as novas possibilidades de digitalização e ligação em rede para tornar a manutenção mais fácil e mais eficiente e, assim, economizar dinheiro.

A parte principal de cada cabo inteligente da igus é um sensor complexo chamado CF.Q. Com esse módulo, as propriedades elétricas podem ser testadas em vias de medição adicionais e continuamente comparadas com valores empíricos existentes de um determinado cabo chainflex. Danificações devido ao dobramento ou cargas extremas podem ser detectadas confiavelmente. Além disso, é possível definir valores de referência para os cabos de antemão. Se o módulo CF.Q está instalado, ele informa o cliente acionando um contato quando os valores predefinidos dos parâmetros elétricos mudarem. No entanto, a inteligência “verdadeira” do cabo se encontra no detalhe. Apenas a combinação de valores empíricos e medições em tempo real fornecem ao usuário previsões exatas sobre as manutenções de seus cabos – especialmente no ambiente de produção dinâmico. Isso é possível graças a uma aplicação adequada para a indústria 4.0 chamada isense-online. Ela compara os valores do cabo registrados em tempo real e os valores empíricos em um banco de dados, e, se detectar flutuações, solicita ao operador fazer a manutenção. Isso tudo antes de ocorrer algum dano que resulte em uma interrupção da produção ou tempo de inatividade da máquina.

Em combinação com tendências tecnológicas como redes neuronais ou inteligência artificial, a igus está definindo novos padrões em cabos inteligentes e manutenção previsível.

Manutenção previsível alivia equipes de manutenção

Graças ao invólucro de calha superior, a nova geração de módulos CF.Q agora é adequada para a montagem de quadros de distribuição, oferecendo, assim, aos engenheiros elétricos uma flexibilidade adicional em termos de integração e manuseio. Além disso, por possuírem um slot para cartão SD, os módulos são adequados para o logging de dados. Uma emissão dos valores medidos em uma interface serial também faz parte do padrão. Clientes que querem obter informações precisas sobre os valores medidos salvos podem fazê-lo através de uma visualização detalhada quando conectados com o isense-online. Aliás, o usuário tem acesso a uma grande variedade de canais de comunicação e opções de relatórios. Recomendações de manutenção ou falhas iminentes são exibidas no navegador clássico de PCs, assim como em dispositivos móveis como tablets e smartphones. Para equipes de manutenção e gerentes de produção, os cabos inteligentes da igus estão trazendo uma mudança de paradigma para a manutenção e serviço através de previsões exatas. Graças à indústria 4.0 e a integração ativa de tecnologias inteligentes, a manutenção do futuro se torna previsível e consequentemente mais eficiente. Os sensores e aplicação insense-online podem ser usados em vários setores. Com o dispositivo beta IS.CF.Q.03.01.0., disponível no estoque, os clientes podem começar o seu próprio projeto de teste beta e preparar ainda mais os seus processos de produção para a digitalização e “smart factorys”.

Fonte: igus GmbH

 

Encaixe fácil com o K230: novo material iglidur para buchas autolubrificantes inteligentes

A empresa igus introduz um triboplástico especialmente para buchas flangeadas e de clipe livres de lubrificação e livres de manutenção

Se o usuário está à procura de uma bucha livre de lubrificação segura, a igus oferece uma ampla gama de soluções: Além da extensiva gama de produtos do catálogo para buchas autolubrificantes cilíndricas padrão, há também as chamadas buchas flangeadas e de clipe. Devido à sua fácil instalação e construção, eles são usados especialmente em perfis de chapa metálica. A igus agora desenvolveu um novo material para resistir a altas cargas de borda, mesmo sob condições extremas. O material iglidur K230 resistente ao desgaste é altamente elástico, resistente a substâncias químicas e resiste à umidade.

Estruturas de chapa metálica geralmente não oferecem uma opção de pressionar uma bucha deslizante em um furo ou de encaixá-lo. Ao invés disso, uma bucha precisa revestir um furo muitas vezes mal feito e guiar o eixo com segurança. Montagem rápida, manual e automatizada, assim como auto-retenção são outros requisitos. Para tais casos, a igus tem as “buchas de clipe” em sua gama. O nome deriva-se da montagem simples, na qual a bucha autolubrificante ranhurada é conduzida pelo furo usando-se um dos dois flanges e encaixado como um “clipe”. Além da gama padrão de buchas de clipe, há várias soluções customizadas. Também existem buchas nas quais a segunda flange é formada através do reviramento das bordas depois do encaixe no furo. Ao longo dos anos, essas soluções têm se comprovado milhões de vezes em diferentes aplicações. Elas reduzem, por exemplo, o atrito e ruídos em assentos de carros. Todas as construções possuem o requerimento comum de alta flexibilidade e robustez. Para uma instalação rápida e para resistir as altas cargas de borda nos perfis de chapa metálica. O novo material iglidur K230 da igus possui exatamente estas propriedades.

Material altamente elástico para uma instalação fácil

O material iglidur K230 livre de lubrificantes é altamente elástico e flexível, tornando-o ideal para buchas flangeadas e de clipe. Ensaios extensivos no próprio laboratório de testes da igus também mostram que o plástico de alto desempenho recentemente desenvolvido pela empresa acompanha perfeitamente os melhores materiais iglidur padrão em termos de resistência ao desgaste. Ele absorve umidade apenas em quantidades muito pequenas e apresenta uma ótima resistência universal a meios. É possível até usá-lo em aplicações em ambientes úmidos. O novo material também demonstra as suas vantagens em aplicações com altas temperaturas de até 130 graus Celsius. No início, a igus oferece o material iglidur K230 especialmente para buchas flangeadas e de clipe em modelos customizados. Sob pedido, o material flexível também está disponível como bucha deslizante em tamanhos padrão.

Fonte: igus GmbH

Soluções igus para máquinas e equipamentos da indústria de PNEUS

Sabemos que para a fabricação de pneus, a ampla gama de diferentes etapas com várias máquinas tem que atender aos mais altos requisitos de desempenho. A operação em capacidade total das máquinas destina-se a reduzir o trabalho de manutenção e os produtos confiáveis estão em alta demanda.

Por isso, as soluções da igus tem sido essenciais para reduzir custos de manutenção e paradas não planejadas, assim como aumentar a produtividade na indústria de pneus. Soluções como esteiras para condução segura dos cabos, guias lineares para ajuste de formato e buchas e mancais autolubrificantes, podem promover uma movimentação inteligente e livre de falhas nessas aplicações.

Para facilitar o entendimento, sobre onde nossas soluções podem ser empregadas, demonstramos aqui, todos os pontos que podem ser otimizados em máquinas e equipamentos na indústria de fabricação de pneus.

Todas essas soluções tem como intuito principal reduzir custos e eliminar paradas não planejadas. Tempos de inatividade das máquinas e equipamentos podem custar muito ao processo de produção e impactar todo o funcionamento de uma linha. Tendo a garantia do uso de peças e componentes confiáveis, a manutenção pode ser reduzida e ainda por cima, pré-planejada, uma vez que todos os componentes da igus tem a ferramenta de cálculo de vida útil no site… onde você pode calcular e prever o tempo que o componente irá durar em sua aplicação de acordo com os dados técnicos do equipamento, como velocidade, aceleração….

Incrível né?

Para saber mais informações sobre nossas soluções para essa indústria, entre em contato conosco pelo e-mail: marketing@igus.com.br

Com novo centro logístico, a igus investe em melhorias operacionais para sustentar crescimento

NOVO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO ESTRUTURA DESENVOLVIMENTO DA IGUS, QUE INVESTE EM MELHORIAS OPERACIONAIS PARA SUSTENTAR CRESCIMENTO.

Presente no Brasil desde 1996, a igus decidiu ampliar sua estrutura e investir em eficiência produtiva. A mudança para instalações maiores reforça a preparação da empresa para o crescimento do mercado.  

Com um portfólio de mais de 50 mil itens a empresa multinacional alemã é pioneira e líder mundial na fabricação de componentes em polímero e sistemas voltados para automação industrial. Soluções como esteiras porta-cabos, cabos especiais e componentes plásticos como buchas, mancais, rolamentos, assim como também guias lineares para aplicações em movimentos tem sido procurados pela indústria por sua alta resistência e baixo desgaste.

A nova instalação no Distrito Industrial na cidade de Jundiaí – SP foi escolhida por estar estrategicamente localizada, próxima às principais vias logísticas do Estado de São Paulo, com acesso fácil a diversas localidades para melhor gerenciar a distribuição dos produtos.

O diretor da unidade brasileira, Marcelo Pimenta revelou que o investimento em um novo centro de distribuição tem como intuito principal otimizar processos logísticos e trazer melhorias no atendimento. A empresa que hoje é responsável por abastecer todo o território nacional e América Latina aposta no novo galpão de quase 4.000m² para melhorar o estoque e conseguir mais agilidade e qualidade nos processos que resultarão em um nível de serviço melhor.

Para Marcelo, a mudança está baseada nos princípios fundamentais da igus, que são de melhoria contínua, qualidade de produtos e processos, junto com um atendimento diferenciado. Segundo ele, toda operação terá como base o conceito de produção Lean, o sistema de manufatura enxuta que busca reduzir desperdícios enquanto aumenta a produtividade e a qualidade.

“A igus está sempre na busca constante por inovação e melhoria de nossos processos. Nestes anos difíceis para diversas indústrias, enxergamos grande potencial de crescimento e expansão: – nossos produtos estão cada vez mais sendo procurados por diversos profissionais de diferentes setores industriais, que encontraram com a gente um potencial de redução de custo e melhoria na sua produtividade. É com base nisso que damos esse grande passo, ampliamos nosso estoque, buscando também otimizar nossos processos e melhorar o atendimento. Queremos com isso chegar à excelência! Mudar é sempre difícil, mas por nossos clientes vamos ainda mais longe”, comentou o diretor.

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Por que usar esteiras porta cabos?

Lagarta, esteiras porta cabos, anaconda, umbilical, escorpião… São vários os nomes dados à esse componente que vêm cada vez mais ganhando espaço na indústria em máquinas e equipamentos.

Para obter o máximo de produtividade e rapidez nos processos industriais os sistemas automatizados, as máquinas e equipamentos realizam diversos tipos de movimentos, em diversos sentidos, acelerações e velocidades.

Esses sistemas utilizam cabos que transmitem sinais, potência, dados ou diversas outros comandos e mídias. As esteiras porta cabos, exercem a função de organizar e proteger os cabos e mangueiras dos equipamentos, direcionando os movimentos sempre de um ponto até outro, otimizando a aplicação sem alterar o curso do deslocamento.

Ou seja, elas tem a seguinte tarefa: O fornecimento seguro de energia e dados para os equipamentos realizam movimentações.

A igus, empresa especializada em produtos para movimentação, costuma dizer que os sistemas de esteiras porta cabos são o “cordão umbilical da automação”. Nas máquinas modernas, as esteiras porta cabos estão diretamente ligadas ao perfeito funcionamento e aumento da produtividade, além de reduzir/eliminar o desgaste e estresse físico dos cabos e mangueiras nos equipamentos e paradas não planejadas. Elas evitam o “emaranhamento” e torção dos mesmos, além de melhorar a segurança para aqueles que operam as máquinas.

As esteiras porta cabos feitas em polímero da igus, são desenvolvidas, para uso universal. Veja alguns dos diferenciais:

  • Utilizadas para diversos tipos de movimentos.
  • Instalação com economia de espaço.
  • “Portar” cabos bus sensíveis, cabos de dados e fibra óptica, assim como outras formas de energia como eletricidade, gás, ar e líquidos.
  • Podem ser utilizadas em casos que exigem alta capacidade dinâmica e demandas difíceis que afetam a vida útil dos cabos e mangueiras.
  • Operação em uma grande variedade de ambientes e climas.
  • Altas acelerações.
  • De montagem simples, sistemas modulares.
  • Manutenção reduzida e livre de lubrificação.

Ou seja… 

Projetadas para guiar ou proteger elas tem sido peça fundamental e de grande procura para evitar paradas não planejadas e prolongar o funcionamento da máquina ou equipamento sem falhas.

Saiba mais em: https://www.igus.com.br/info/energy-chains-products-energy-chain-systems

Mas afinal, Plástico ou Metal?

Há muito tempo os materiais metálicos são escolhidos para soluções mecânicas por terem a imagem de que são mais robustos e fortes. É muito comum subestimar a força dos plásticos compostos e suas habilidades, porém de alguns anos para cá, o uso de polímeros de engenharia em aplicações que envolvam movimentação, passou a ser cada vez mais frequente.

Hoje, as buchas de plástico da igus® são uma alternativa econômica e tecnicamente vantajosa comparado às soluções metálicas e tem sido a primeira escolha dos engenheiros que buscam otimizar as aplicações de máquinas e equipamentos com movimentação. Melhoradas pela tecnologia, sua composição feita de fibras, base polimérica e pelos lubrificantes sólidos, são adequadas para aplicações e necessidades de todos os tipos, reduzem o trabalho com manutenção e possibilitam melhorias técnicas.

Bom, vamos então à uma comparação entre buchas metálicas e as buchas em polímero para entender as principais diferenças… 

Buchas e rolamentos metálicos

Rolamentos de composto de metal

  • Boa resistência aos meios e à altas temperaturas
  • Alta classificação de carga estática devido ao verso metálico
  • Camada de deslizamento fina e suave
  • Funcionalidade limitada com movimentos giratórios sob cargas elevadas
  • Custos adicionais para a versão resistente à corrosão
  • Sensíveis a cargas nas extremidades
  • Perigo de danificação da camada de deslizamento durante a instalação

Mas e as buchas em polímero?  

Buchas autolubrificantes iglidur® G

  • A espessura total da parede serve como zona de desgaste
  • Longa vida útil para todos os tipos de movimentos
  • 100% resistentes à corrosão
  • Econômicas
  • Alta resistência aos meios
  • Em conformidade com a RoHS
  • Leves
  • Resistentes a sujeira, poeira, umidade e altas temperaturas
  • Elevado amortecimento de vibrações
  • Robustos para cargas nas extremidades
  • Permitem o uso de eixos “macios” de baixo custo
  • Promovem uma redução de custos em até 40% – pois são livres de lubrificação e livres de manutenção.
  • Possuem vida útil previsível, ou seja, é possível calcular a vida útil que o produto terá de acordo com a sua aplicação, facilitando possíveis eventuais manutenções preventivas.

Tudo bem, parecem palavras bonitas… mas para comprovar tudo isso, a igus realiza inúmeros testes anualmente no laboratório de testes em sua matriz, em Colônia, Alemanha, que alimentam um banco de dados gigantesco.

Abaixo, trouxemos um teste de desgaste em diferentes eixos e revestimentos com buchas em polímero da igus e buchas metálicas para comparação.

Desgaste em μ/km; p= 30 MPa; v= 0.01 m/s; rotacionando

1 – Taxa de desgaste [μm / km]
2 – Bucha em polímero iglidur® Q
3 – Bucha em polímero iglidur® G
4 – Bucha em polímero iglidur® Z
5 – Latão com lubrificação inicial
6 – Laminado de metal com camada deslizante
 

Conclusão:

Todos os materiais iglidur® testados exibem um desgaste significativamente menor do que as buchas metálicas. Os eixos das buchas metálicas por sua vez, apresentam desgaste significativo e, portanto, são considerados inadequados para uso posteriorGraças à sua elasticidade, eles também podem suportar altas cargas, fortes choques e impactos que podem quebrar as buchas e rolamentos metálicos.

Ainda não está convencido?
Entre em contato conosco e tire suas dúvidas… nós estaremos prontos para atendê-los e encontrar e melhor solução em polímero para a sua aplicação!

Saiba mais em: https://www.igus.com.br/info/plain-bearings-polymer-bearings-vs-metal-bearings

 

Vida útil 2x maior com as buchas autolubrificantes da igus em esteira porta cabos para deslocamentos longos!

Na Hannover Messe, a igus apresentou a nova esteira porta cabos com buchas, a P4.1 para o uso em guindastes e pontes rolantes com monitoração de desgaste inteligente opcional

Para aumentar o tempo de funcionamento de sistemas de guindastes e pontes rolantes, a igus agora combinou suas principais competências da tecnologia de buchas autolubrificantes e esteiras porta cabos. Na esteira porta cabos P4.para deslocamentos longos, novas buchas autolubrificantes tribologicamente otimizadas garantem a montagem isenta de lubrificação dos elos individuais das esteiras. Isso prolonga significativamente a vida útil da esteira porta cabos. Opcionalmente, a esteira porta cabos P4.1 pode fazer parte do conceito de manutenção previsível da igus com um novo sensor de desgaste isense

Durante muitos anos, o sistema P4 tem sido a solução para aplicações desafiadoras. A série de esteiras porta cabos com rolamentos P4 já se comprovou em mais de 1.000 aplicações em guindastes e pontes rolantes no mundo inteiro, com deslocamentos de até 800 metros, altas velocidades de mais de cinco metros por segundo, e vários milhões de ciclos com pouca vibração e pouco ruído. Usando-se buchas integradas no elo da esteira, o atrito é reduzido ao mínimo e a vida útil prolongada ao máximo. Devido à distância entre a parte superior e inferior, os rodízios não passam um sobre o outro, mas deslizam de forma a permitir uma operação suave. Como resultado, o coeficiente de atrito diminui e a força de acionamento é reduzida em 57 por cento. Usuários como o maior fabricante de ponte rolantes do mundo, ZPMC, vêm confiando na esteira porta cabos com rolamentos há muitos anos. Com as buchas autolubrificantes isentas de manutenção feitas de plásticos de alto desempenho, a igus agora levou a esteira porta cabos para outro nível.

Nova P4.1: Combinando duas competências principais

Desde 1964, a igus vem desenvolvendo e fabricando plásticos de alto desempenho para buchas autolubrificantes e esteiras porta cabos livres de manutenção. Através de sua experiência em ambas as áreas e pesquisa de novos compostos plásticos, os desenvolvedores da igus foram capazes de otimizar ainda mais a esteira porta cabos com rolamentos P4.1, de forma a significativamente aumentar a confiabilidade e disponibilidade. Há um ponto de apoio de giro em cada conexão dos elos. Esse agora foi equipado com uma bucha autolubrificantes de tribopolímero livre de manutenção, aumentando a vida útil em mais que o dobro. Assim, os guindastes de contêiners em portos, por exemplo, agora são capazes de alcançar uma vida útil de mais de 15 anos ou mais de 20.000 horas de funcionamento, com pouca necessidade de manutenção e alta confiabilidade.

Trabalho em rede inteligente e manutenção previsível com o isense

Opcionalmente, a nova P4.1 pode ser equipada com sensores de monitoramento, como um sensor de desgaste para as novas buchas deslizantes instaladas. Quando é atingido um limite de desgaste predefinido, ele emite um sinal para o módulo de comunicação igus icom, permitindo planejar a manutenção de antemão. Dependendo das exigências do cliente, os dados do módulo icom podem ser usados diferentemente: com uma integração direta no ambiente de software e solução de intranet existentes para uma pura mensagem de manutenção ou com conexão ao centro de dados da igus para uma previsão inteligente e dinâmica da vida útil. Nesse caso, as recomendações de manutenção através de algoritmos de aprendizado de máquina e IA são constantemente comparadas e definidas de acordo com os dados de várias aplicações existentes. Graças ao trabalho em rede inteligente da esteira porta cabos de rolamentos P4.1, o engenheiro de manutenção pode acessar os dados de vida útil da esteira porta cabos a qualquer hora e em qualquer lugar.

Saiba mais em: http://www.igus.com.br