Mas afinal, Plástico ou Metal?

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Há muito tempo os materiais metálicos são escolhidos para soluções mecânicas por terem a imagem de que são mais robustos e fortes. É muito comum subestimar a força dos plásticos compostos e suas habilidades, porém de alguns anos para cá, o uso de polímeros de engenharia em aplicações que envolvam movimentação, passou a ser cada vez mais frequente.

Hoje, as buchas de plástico da igus® são uma alternativa econômica e tecnicamente vantajosa comparado às soluções metálicas e tem sido a primeira escolha dos engenheiros que buscam otimizar as aplicações de máquinas e equipamentos com movimentação. Melhoradas pela tecnologia, sua composição feita de fibras, base polimérica e pelos lubrificantes sólidos, são adequadas para aplicações e necessidades de todos os tipos, reduzem o trabalho com manutenção e possibilitam melhorias técnicas.

Bom, vamos então à uma comparação entre buchas metálicas e as buchas em polímero para entender as principais diferenças… 

Buchas e rolamentos metálicos

Rolamentos de composto de metal

  • Boa resistência aos meios e à altas temperaturas
  • Alta classificação de carga estática devido ao verso metálico
  • Camada de deslizamento fina e suave
  • Funcionalidade limitada com movimentos giratórios sob cargas elevadas
  • Custos adicionais para a versão resistente à corrosão
  • Sensíveis a cargas nas extremidades
  • Perigo de danificação da camada de deslizamento durante a instalação

Mas e as buchas em polímero?  

Buchas autolubrificantes iglidur® G

  • A espessura total da parede serve como zona de desgaste
  • Longa vida útil para todos os tipos de movimentos
  • 100% resistentes à corrosão
  • Econômicas
  • Alta resistência aos meios
  • Em conformidade com a RoHS
  • Leves
  • Resistentes a sujeira, poeira, umidade e altas temperaturas
  • Elevado amortecimento de vibrações
  • Robustos para cargas nas extremidades
  • Permitem o uso de eixos “macios” de baixo custo
  • Promovem uma redução de custos em até 40% – pois são livres de lubrificação e livres de manutenção.
  • Possuem vida útil previsível, ou seja, é possível calcular a vida útil que o produto terá de acordo com a sua aplicação, facilitando possíveis eventuais manutenções preventivas.

Tudo bem, parecem palavras bonitas… mas para comprovar tudo isso, a igus realiza inúmeros testes anualmente no laboratório de testes em sua matriz, em Colônia, Alemanha, que alimentam um banco de dados gigantesco.

Abaixo, trouxemos um teste de desgaste em diferentes eixos e revestimentos com buchas em polímero da igus e buchas metálicas para comparação.

Desgaste em μ/km; p= 30 MPa; v= 0.01 m/s; rotacionando

1 – Taxa de desgaste [μm / km]
2 – Bucha em polímero iglidur® Q
3 – Bucha em polímero iglidur® G
4 – Bucha em polímero iglidur® Z
5 – Latão com lubrificação inicial
6 – Laminado de metal com camada deslizante
 

Conclusão:

Todos os materiais iglidur® testados exibem um desgaste significativamente menor do que as buchas metálicas. Os eixos das buchas metálicas por sua vez, apresentam desgaste significativo e, portanto, são considerados inadequados para uso posteriorGraças à sua elasticidade, eles também podem suportar altas cargas, fortes choques e impactos que podem quebrar as buchas e rolamentos metálicos.

Ainda não está convencido?
Entre em contato conosco e tire suas dúvidas… nós estaremos prontos para atendê-los e encontrar e melhor solução em polímero para a sua aplicação!

Saiba mais em: https://www.igus.com.br/info/plain-bearings-polymer-bearings-vs-metal-bearings