Sistemas eficientes de fornecimento de energia para pontes rolantes e guindastes

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Você enfrenta constantemente problemas com os seus sistemas Festoon? Gostaria de saber como melhorar a tecnologia de seus guindastes e reduzir custos com paradas não planejadas e manutenções frequentes?

Nesse post, vamos explicar um pouco mais sobre os sistemas tradicionais utilizados para a movimentação de cargas e alternativa que vem tomando conta do mercado: as Esteiras porta cabos em polímero da igus® – que são a solução ideal para substituir esses sistemas que exigem muita manutenção e implicam em custos e perda de produtividade.

Quando se trata de manuseio de materiais, a boa confiabilidade e a baixa necessidade de manutenção são de suma importância. O dano de materiais ou de máquinas que podem levar à tempo de inatividade e paradas não planejadas que afetam toda a planta pode significar em quedas de produção dispendiosas. Como resultado, ao projetar guindastes, a vida útil e o tempo de operação dos guidastes e pontes rolantes em sua totalidade e seus componentes individuais geralmente devem ser o maior tempo possível, seus períodos de manutenção são tão curtos quanto possível e sua menor susceptibilidade é a mais baixa possível. Essas condições se aplicam, apesar das condições ambientais difíceis, como altos níveis de poeira e calor, e os requisitos rigorosos em relação às distâncias de viagem, velocidades de movimentação e precisão ao posicionar as cargas.

Festoon: A solução tradicional

Cada aplicação e empresa é diferente. Dessa forma, soluções customizadas são necessárias para cada uma. A solução certa para o sistema de fornecimento de energia também deve ser encontrada para cada guindaste ou ponte rolante. A solução principal até agora tem sido o tradicional festoon, isto é, rebocar ou guiar as correntes/cabos (o termo “festoon” geralmente significa “grinalda” e relaciona-se com a aparência das correntes).

Os sistemas Festoon compreendem linhas de fornecimento de amplitude livre com cabos de aço integrados para alívio de tensão. Os cabos geralmente ficam suspensos livremente e sem proteção na viga de aço (inoxidável) e são movidos dinamicamente (retraídos e estendidos) por acionamentos adicionais. Este design livre é geralmente adequado para guindastes internos, que não estão diretamente sujeitos aos efeitos do vento e do clima. No entanto, este não é o caso de guindastes e pontes rolantes em diversos outros casos como por exemplo, em siderúrgicas, onde ficam expostos à ambiente hostil, com intensos níveis de calor e poeira, ou em ambientes portuários, onde o sistema fica exposto à diversos fatores climáticos como vento, chuva, entre outros.

Uma grande desvantagem dos sistemas festoon é que eles podem ficar presos e emaranhados durante a operação, levando à tempo de inatividade. O uso de loopings de cabos dá origem a uma necessidade de grandes comprimentos de cabo. O cabo deve ter mais que o dobro do comprimento da distância de deslocamento para cobrir isso. Como esses loopings também exigem certa altura do sistema, os sistemas festoon ocupam muito espaço, além de precisarem de muito revestimento de proteção, quando aplicável. Os comprimentos necessários de cabos e as distâncias de deslocamento também aumentam a tensão mecânica do cabo.

Eles também são relativamente pesados e precisam de altos níveis de sistemas de acionamento, ou seja, envios de altas cargas de energia, devido às suas longas distâncias de deslocamento. Além disso, seu desgaste é outro empecilho, aumentando a necessidade de manutenção e potencialmente causando o tempo de inatividade do sistema a longo prazo. Isso faz com que muitas empresas procurem alternativas para aplicações nas quais os sistemas festoon não necessariamente precisam ser usados.

A melhor alternativa: Esteiras porta cabos em polímero – Uma solução inovadora

Em comparação com mangueiras de proteção simples, não há dúvida de que as esteiras porta cabos são uma solução mais complexa e, portanto, mais cara. Cada metro das esteiras corresponde à aproximadamente 30 a 100 componentes individuais ou elos, geralmente feitos de poliamida (PA) (com ou sem reforço de fibra de vidro) ou o polímero termoplástico polioximetileno (POM). A estrutura modular permite que as esteiras sejam adaptadas de forma flexível à aplicação. Isso significa que as esteiras porta cabos podem ser facilmente estendidas ou encurtadas e são simples de montar e instalar. A maioria dos sistemas pode ser acessado externamente, acelerando assim o processo de instalação inicial e quaisquer atividades de reparo e manutenção necessárias. Ao usar cabos pré-montados, cabos com grandes conectores ou mangueiras com acessórios de pressão, que geralmente só podem ser inseridos a partir do exterior, os períodos de montagem, substituição e tempo de inatividade podem ser significativamente reduzidos.

Esteiras porta cabos feitas em polímero de alto desempenho já foram usadas com sucesso em muitas áreas de serviços e aplicações pesadas por muitos anos e são cada vez mais vistas na indústria de fabricação de guindastes e pontes rolantes. Os pré-requisitos gerais neste setor estão aumentando rapidamente. As distâncias dos cursos, velocidades e cargas são constantemente aumentadas. Isso naturalmente leva à mais cargas nos cabos, que precisam ser apoiados, guiados e movidos por todo o sistema de fornecimento de energia.

Elas são resistentes à corrosão e isentas de lubrificação, além de serem resistentes à diversos tipos de mídias. Assim, eles são caracterizados por sua ótima durabilidade, respeito pelo ambiente e por serem livres de manutenção. Por último, mas não menos importante, elas custam menos do que os sistemas concorrentes que não são feitos de plástico.

Em um guindaste com esteiras porta cabos feitas de polímero tribo otimizados, os cabos são protegidos de duas maneiras – pela própria esteira e pela calha guia. No caso de longas distâncias de deslocamento e altas velocidades, a calha guia a esteira de forma segura e silenciosa. A esteira por sua vez funciona uniformemente e suavemente (isto é, também conservando energia) ao longo da calha guia. Pela questão do peso, o melhor material é o alumínio, embora também possa ser feito de aço galvanizado ou inoxidável. Analisando os dois esquemas acima, é possível notar imediatamente uma enorme diferença em relação ao comprimento do cabo. Ao usar esteiras porta cabos em polímero, o comprimento dos cabos é reduzido em quase 50%. Os comprimentos dos cabos mais curtos reduzem o uso de energia, a tensão mecânica, o peso e, portanto, a necessidade de estruturas complexas de suporte de aço e revestimentos protetores. Isso permite até mesmo aliviar a tensão em todo o sistema e, ao mesmo tempo, aumentar a carga do guindaste.

Ou seja, os sistemas de esteiras porta cabos da igus® fornecem uma condução segura dos cabos e de baixa manutenção, mesmo sob condições as condições mais difíceis, por muito tempo.

Resumindo alguns dos benefícios dos sistemas de esteiras porta cabos igus®:

  • Resistentes ao vento e à condições climáticas adversas
  • Baixa necessidade de manutenção, menos paradas não planejadas
  • Não é necessária nenhuma unidade de controle adicional
  • Redução de até 50% do comprimento dos cabos (comparado ao sistema festoon)
  • Eliminam a questão de cabos enroscados
  • Design feito para economizar espaço

Para a troca, são necessários apenas pequenas modificações em seu RTG para a substituição do sistema Festoon para esteira porta cabos igus®. Nossos engenheiros já equiparam com sucesso mais de 5.400 * RTG e guindastes RMG em todo o mundo.

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Para mais informações, acesse: https://www.igus.com.br/wpck/5812/replace_festoonings